Publicado em política

A cada geração uma revolução

Caramba! Finalmente chegou à minha geração uma mudança de fato no planeta. Países ricos em matéria-prima e energia, finalmente estão virando a ordem vigente até então. O Brasil contribuiu muito para isso. Mudamos o foco de nossas exportações e importações. Ampliamos os negócios com uma diversidade maior de nações. Exportamos para países africanos, asiáticos e latino-americanos de maneira esplêndida. Reduzimos com isso as preocupações com a recessão mundial. Antigamente, estaríamos fatalmente quebrado, pois o país em maior recessão atual são os Estados Unidos da América. Iríamos ao buraco com eles. Hoje não mais.

Foi sensato a mudança de postura quanto ao compromisso de juntar forças com outros países em desenvolvimento e os mais pobres. Com isso estamos querendo dizer que queremos crescer todos juntos. Estamos querendo dizer que precisamos salvar a humanidade. Nós não somos melhores que nossos vizinhos, não queremos enriquecer sozinhos.

Não precisamos mais ficar assustados com o comunismo, com a alarde estatizante com que grita a mídia conservadora. Diante da crise econômica mundial até norte-americanos e europeus estão estatizando. Aqui, se for necessário, será assim. Ou seria melhor que o Estado entregasse dinheiro para salvar os bancos?

Comprovou-se que especular sobre o valor real dos produtos daria nisso. Será que os Estados devem salvar os banqueiros a todo momento que eles enxagerem nas suas brincadeiras especulativas? O Estado tem outros deveres. O jogo do livre mercado não é racional e pode tornar-se caótico, difícil de prever. Quem sobrevive a isto, são os jogadores do mundo das finanças. E o restante da população, como fica? Fica olhando tudo isso acontecer, observando o Governo repassar o dinheiro para os bancos, para salvá-los? Não, o Estado vai comprá-los para segurar essa brincadeira que já foi longe demais.

O Brasil é agora um amigo das nações, um companheiro no crescimento e na qualidade de vida. E olha para dentro de si e para o mundo. Nossa nação não precisa de exércitos espalhados pelo mundo; ele usa da diplomacia e do comércio para estreitar laços e trabalhar mutuamente. Nossa potência é a potência de todo o mundo. O Brasil fazer parte de forma importante desse movimento é a digna revolução que eu queria ver.

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