DiceDnd 1.1

Depois de um final de semana complicado e acamado, voltei a escrever na segunda-feira os melhoramentos do DiceDnd. Pretendia melhorar o visual, habilitar o modo fullscreen e ainda fazer um pacote debian para distribuir o programa. Devido às dificuldades encontradas, fiquei somente no melhoramento visual. Pois bem, tirei umas fotos do aplicativo funcionando (não descobri uma função print screen no N800) e ainda estou disponibilizando uma nova versão abaixo.

Vou ficar devendo o fullscreen e o pacote.

DiceDnd no Nokia N800
DiceDnd no Nokia N800
DiceDnD com o resultado da jogada de dados
DiceDnD com o resultado da jogada de dados

fonte do dicednd.py (atualizado)

#!/usr/bin/python2.5

import osso
import gtk
import hildon

def labela(texto):
    fonte = '%s'
    etiqueta = gtk.Label(fonte % texto)
    etiqueta.set_use_markup(True)
    return etiqueta

def string_jogada(vezes, dado, soma):
    if soma > 0:
        sinal = '+'
    elif soma == 0:
        sinal = ''
    else:
        sinal = '-'
    return '%dd%d%s%s' % (vezes, dado, sinal, abs(soma) or '')

class DiceDnD(hildon.Program):
    def __init__(self):
        self.dado_atual = 0
        self.vezes = 0
        self.soma = 0
        hildon.Program.__init__(self)
        self.window = hildon.Window()
        self.window.set_title('DiceDnd')
        self.window.set_border_width(40)
        self.window.connect("destroy", self.quit)
        self.add_window(self.window)

        tabela = gtk.Table(5,4,False)
        self.window.add(tabela)        

        self.dado4 = gtk.Button()
        self.dado4.add(labela('4'))
        self.dado6 = gtk.Button()
        self.dado6.add(labela('6'))
        self.dado8 = gtk.Button()
        self.dado8.add(labela('8'))
        self.dado10 = gtk.Button()
        self.dado10.add(labela('10'))
        self.dado12 = gtk.Button()
        self.dado12.add(labela('12'))
        self.dado20 = gtk.Button()
        self.dado20.add(labela('20'))
        self.botaoMais = gtk.Button()
        self.botaoMais.add(labela('+'))
        self.botaoMenos = gtk.Button()
        self.botaoMenos.add(labela('-'))
        self.botaoJogar = gtk.Button()
        self.botaoJogar.add(labela('Jogar'))
        self.frame = gtk.Frame()
        self.montagem = gtk.Label('Jogada')
        self.frame.add(self.montagem)
        
        tabela.attach(self.dado4,0,1,0,1)
        tabela.attach(self.dado6,1,2,0,1)
        tabela.attach(self.dado8,2,3,0,1)
        tabela.attach(self.dado10,0,1,1,2)
        tabela.attach(self.dado12,1,2,1,2)
        tabela.attach(self.dado20,2,3,1,2)
        tabela.attach(self.botaoMais,0,1,2,3)
        tabela.attach(self.botaoJogar,1,2,2,3)
        tabela.attach(self.botaoMenos,2,3,2,3)
        tabela.attach(self.frame,0, 3, 3, 4)
        
        self.dado4.connect('clicked',self.preparar,4)
        self.dado6.connect('clicked',self.preparar,6)
        self.dado8.connect('clicked',self.preparar,8)
        self.dado10.connect('clicked',self.preparar,10)
        self.dado12.connect('clicked',self.preparar,12)
        self.dado20.connect('clicked',self.preparar,20)
        self.botaoMais.connect('clicked',self.incrementar,1)
        self.botaoMenos.connect('clicked',self.incrementar,-1)
        self.botaoJogar.connect('clicked',self.mostrar)
        
        self.window.show_all()
        
    def mostrar(self, button):
        if self.dado_atual == 0:
            return
        import random
        total = 0
        for i in range(self.vezes):
            total += random.randint(1,self.dado_atual)
        total = total + self.soma
        jogada = string_jogada(self.vezes, self.dado_atual, self.soma)
        self.show_message('%s' % total)

    def preparar(self, button,valor):
        if valor  self.dado_atual:
            self.dado_atual = valor
            self.vezes = 1
            self.soma = 0
        else:
            self.vezes += 1
        self.montagem.set_text(string_jogada(self.vezes, self.dado_atual, self.soma))
            
    def incrementar(self, button,valor):
        self.soma = self.soma + valor
        self.montagem.set_text(string_jogada(self.vezes, self.dado_atual, self.soma))


    def show_message(self, message):
        dlg = hildon.Note('information', (self.window, message))
        dlg.run()
        dlg.destroy()
        #pango_markup = '%s\n%s' % ('DiceDnD', message)
        #hildon.hildon_banner_show_information_with_markup(gtk.Label(''), None, pango_markup)

    def quit(self, evt):
        gtk.main_quit()
        
    def run(self):
        gtk.main()

def main():
    prog = DiceDnD()
    prog.run()

if __name__ == "__main__":
    main()

Da prática para a especulação

Especulam se haverá aumento da compra de imóveis ao longo dos próximos anos. Vamos citar exemplos práticos. Sei de várias pessoas próximas a mim que estão planejando comprar um imóvel (casa ou apartamento), neste ano ou no próximo ano. E grande parte deles não é sequer o foco do badalado Minha Casa, Minha Vida.

O problema em Teresina, não sei em outros lugares, é o aumento do preço dos imóveis. Uma parte considera os preços propostos muito irreal. Resta saber se nos meses que se seguem ou mesmo em 2010 os preços começam a baixar.

Socialismo fracassou, capitalismo quebrou: o que vem a seguir?

Esse artigo eu encontrei no site do Paulo Henrique Amorim, o Conversa Afiada. Comenta um assunto que eu já venho lendo e notando em diversos lugares da Internet. É uma nova forma de ver o mercado e o rumo da política.

A prova de uma política progressista não é privada, mas sim pública. A prioridade não é o aumento do lucro e do consumo, mas sim a ampliação das oportunidades e, como diz Amartya Sen, das capacidades de todos por meio da ação coletiva. Isso significa iniciativa pública não baseada na busca de lucro. Decisões públicas dirigidas a melhorias sociais coletivas com as quais todos sairiam ganhando. Esta é a base de uma política progressista, não a maximização do crescimento econômico e da riqueza pessoal. A análise é do historiador britânico Eric Hobsbawm

Eric Hobsbawm – The Guardian Seja qual for o logotipo ideológico que adotemos, o deslocamento do mercado livre para a ação pública deve ser maior do que os políticos imaginam. O século XX já ficou para trás, mas ainda não aprendemos a viver no século XXI, ou ao menos pensá-lo de um modo apropriado. Não deveria ser tão difícil como parece, dado que a idéia básica que dominou a economia e a política no século passado desapareceu, claramente, pelo sumidouro da história. O que tínhamos era um modo de pensar as modernas economias industriais – em realidade todas as economias -, em termos de dois opostos mutuamente excludentes: capitalismo ou socialismo.

Conhecemos duas tentativas práticas de realizar ambos sistemas em sua forma pura: por um lado, as economias de planificação estatal, centralizadas, de tipo soviético; por outro, a economia capitalista de livre mercado isenta de qualquer restrição e controle. As primeiras vieram abaixo na década de 1980, e com elas os sistemas políticos comunistas europeus; a segunda está se decompondo diante de nossos olhos na maior crise do capitalismo global desde a década de 1930. Em alguns aspectos, é uma crise de maior envergadura do que aquela, na medida em que a globalização da economia não estava então tão desenvolvida como hoje e a economia planificada da União Soviética não foi afetada. Não conhecemos a gravidade e a duração da atual crise, mas sem dúvida ela vai marcar o final do tipo de capitalismo de livre mercado iniciado com Margareth Thatcher e Ronald Reagan.

A impotência, por conseguinte, ameaça tanto os que acreditam em um capitalismo de mercado, puro e desestatizado, uma espécie de anarquismo burguês, quanto os que crêem em um socialismo planificado e descontaminado da busca por lucros. Ambos estão quebrados. O futuro, como o presente e o passado, pertence às economias mistas nas quais o público e o privado estejam mutuamente vinculados de uma ou outra maneira. Mas como? Este é o problema que está colocado diante de nós hoje, em particular para a gente de esquerda.

Ninguém pensa seriamente em regressar aos sistemas socialistas de tipo soviético, não só por suas deficiências políticas, mas também pela crescente indolência e ineficiência de suas economias, ainda que isso não deva nos levar a subestimar seus impressionantes êxitos sociais e educacionais. Por outro lado, até a implosão do mercado livre global no ano passado, inclusive os partidos social-democratas e moderados de esquerda dos países do capitalismo do Norte e da Australásia estavam comprometidos mais e mais com o êxito do capitalismo de livre mercado.

Efetivamente, desde o momento da queda da URSS até hoje não recordo nenhum partido ou líder que denunciasse o capitalismo como algo inaceitável. E nenhum esteve tão ligado a sua sorte como o New Labour, o novo trabalhismo britânico. Em suas políticas econômicas, tanto Tony Blair como Gordon Brown (este até outubro de 2008) podiam ser qualificados sem nenhum exagero como Thatchers com calças. O mesmo se aplica ao Partido Democrata, nos Estados Unidos.

A idéia básica do novo trabalhismo, desde 1950, era que o socialismo era desnecessário e que se podia confiar no sistema capitalista para fazer florescer e gerar mais riqueza do que em qualquer outro sistema. Tudo o que os socialistas tinham que fazer era garantir uma distribuição eqüitativa. Mas, desde 1970, o acelerado crescimento da globalização dificultou e atingiu fatalmente a base tradicional do Partido Trabalhista britânico e, em realidade, as políticas de ajudas e apoios de qualquer partido social democrata. Muitas pessoas, na década de 1980, consideraram que se o barco do trabalhismo não queria ir a pique, o que era uma possibilidade real, tinha que ser objeto de uma atualização.

Mas não foi. Sob o impacto do que considerou a revitalização econômica thatcherista, o New Labour, a partir de 1997, engoliu inteira a ideologia, ou melhor, a teologia, do fundamentalismo do mercado livre global. O Reino Unido desregulamentou seus mercados, vendeu suas indústrias a quem pagou mais, deixou de fabricar produtos para a exportação (ao contrário do que fizeram Alemanha, França e Suíça) e apostou todo seu dinheiro em sua conversão a centro mundial dos serviços financeiros, tornando-se também um paraíso de bilionários lavadores de dinheiro. Assim, o impacto atual da crise mundial sobre a libra e a economia britânica será provavelmente o mais catastrófico de todas as economias ocidentais e o com a recuperação mais difícil também.

É possível afirmar que tudo isso já são águas passadas. Que somos livres para regressar à economia mista e que a velha caixa de ferramentas trabalhista está aí a nossa disposição – inclusive a nacionalização -, de modo que tudo o que precisamos fazer é utilizar de novo essas ferramentas que o New Labour nunca deixou de usar. No entanto, essa idéia sugere que sabemos o que fazer com as ferramentas. Mas não é assim.

Por um lado, não sabemos como superar a crise atual. Não há ninguém, nem os governos, nem os bancos centrais, nem as instituições financeiras mundiais que saiba o que fazer: todos estão como um cego que tenta sair do labirinto tateando as paredes com todo tipo de bastões na esperança de encontrar o caminho da saída.

Por outro lado, subestimamos o persistente grau de dependência dos governos e dos responsáveis pelas políticas às receitas do livre mercado, que tanto prazer lhes proporcionaram durante décadas. Por acaso se livraram do pressuposto básico de que a empresa privada voltada ao lucro é sempre o melhor e mais eficaz meio de fazer as coisas? Ou de que a organização e a contabilidade empresariais deveriam ser os modelos inclusive da função pública, da educação e da pesquisa? Ou de que o crescente abismo entre os bilionários e o resto da população não é tão importante, uma vez que todos os demais – exceto uma minoria de pobres – estejam um pouquinho melhor? Ou de que o que um país necessita, em qualquer caso, é um máximo de crescimento econômico e de competitividade comercial? Não creio que tenham superado tudo isso.

No entanto, uma política progressista requer algo mais que uma ruptura um pouco maior com os pressupostos econômicos e morais dos últimos 30 anos. Requer um regresso à convicção de que o crescimento econômico e a abundância que comporta são um meio, não um fim. Os fins são os efeitos que têm sobre as vidas, as possibilidades vitais e as expectativas das pessoas.

Tomemos o caso de Londres. É evidente que importa a todos nós que a economia de Londres floresça. Mas a prova de fogo da enorme riqueza gerada em algumas partes da capital não é que tenha contribuído com 20 ou 30% do PIB britânico, mas sim como afetou a vida de milhões de pessoas que ali vivem e trabalham. A que tipo de vida têm direito? Podem se permitir a viver ali? Se não podem, não é nenhuma compensação que Londres seja um paraíso dos muito ricos. Podem conseguir empregos remunerados decentemente ou qualquer tipo de emprego? Se não podem, de que serve jactar-se de ter restaurantes de três estrelas Michelin, com alguns chefs convertidos eles mesmos em estrelas. Podem levar seus filhos à escola? A falta de escolas adequadas não é compensada pelo fato de que as universidades de Londres podem montar uma equipe de futebol com seus professores ganhadores de prêmios Nobel.

A prova de uma política progressista não é privada, mas sim pública. Não importa só o aumento do lucro e do consumo dos particulares, mas sim a ampliação das oportunidades e, como diz Amartya Sen, das capacidades de todos por meio da ação coletiva. Mas isso significa – ou deveria significar – iniciativa pública não baseada na busca de lucro, sequer para redistribuir a acumulação privada. Decisões públicas dirigidas a conseguir melhorias sociais coletivas com as quais todos sairiam ganhando. Esta é a base de uma política progressista, não a maximização do crescimento econômico e da riqueza pessoal.

Em nenhum âmbito isso será mais importante do que na luta contra o maior problema com que nos enfrentamos neste século: a crise do meio ambiente. Seja qual for o logotipo ideológico que adotemos, significará um deslocamento de grande alcance, do livre mercado para a ação pública, uma mudança maior do que a proposta pelo governo britânico. E, levando em conta a gravidade da crise econômica, deveria ser um deslocamento rápido. O tempo não está do nosso lado.

Artigo publicado originalmente no jornal The Guardian.

Tradução do inglês para o espanhol: S. Segui, integrante dos coletivos Tlaxcala, Rebelión e Cubadebate.

Tradução do espanhol para o português: Katarina Peixoto

Busca de Culpados no caso Eloá

Agora temos a busca de culpados a todo momento pela Imprensa. Estão buscando culpados dentro do aparado do Estado, no caso a Polícia Militar.

Vi no Fantástico que um dos erros foi não ter atirado no rapaz, só porque a SWAT tem um procedimento diferente. Tudo nos EUA para a Globo é o correto. Se tivessem atirado no rapaz, a Imprensa estaria toda em cima da polícia. Como terminou em desastre, caiu do mesmo modo.

E a imprensa não tem culpa de nada não? Ficar conversando com o criminoso pelo telefone não seria considerado errado também, não? Todos sabiam que o rapaz deveria estar assistindo a tudo. Seu ego já estava alto graças ao ato cruel que estava fazendo. Sendo que aumentou ao passo que ao todo momento o ocorrido aparecia na TV.

Fiquem ligados. A Imprensa é o quarto poder e talvez o mais forte deles. Ainda querem mais liberdade para poder manipular as informaçãoes  e a verdade a todo momento. Cuidado. Separem o joio do trigo ao ler notícias.

O culpado mesmo é o jovem que arrumou toda essa confusão. Foi tudo premeditado e ponto final. O erro da polícia foi não ter captado o máximo de informações sobre o rapaz, já que estava na cara que ele atiraria nas meninas.

Xenofobia

Estava pensando uma coisa e cheguei a um conclusão. O Brasil tem xenofobismo. Temos xenofobia à argentinos (não precisamos deles, dizem vários, principalmente depois que a Rodada de Doha fracassou), temos xenofobia (imagine só, sou estrangeiro!) aos nordestinos (ainda mais agora que dizem que se alguém apóia Lula só deve ser nordestino) e também aos pobres. Lembro-me bem do quão foi e é atacada a política do Governo Lula em relação à sua intenção de estreitar laços com os países da África, Ásia e parte da América do Sul.

Estrategicamente falando, a aproximação do Brasil com estes países é muito importante. Pois se chega de um modo diferente. Estivemos desde 2002, abrindo o mercado para o Brasil no exterior. Mercados antes pouco explorados. Se aumentamos o número de países que comercializamos, ficamos menos dependentes dos “pitis” dos Estados Unidos. E não é o que está acontecendo? O Brasil está passando bem pela crise.

Será que precisamos mesmo que a Bolívia, a Venezuela e a Argentina quebrem? Não gostamos do jeito como o Chavez conduz seu país, mas não precisamos, por isso, esquecer seus habitantes. Governos saem mais a população fica. Os laços devem permanecer para que todos cresçam.

Também não adianta dizer que os norte-americanos e europeus são párias. Quem de nós não consome a cultura destes lugares? Se consumimos a cultura de párias, o que somos? O Brasil, por ser um gigante, não precisa inventar agora de desprezar os outros povos somente porque está passando bem por uma crise ou está crescendo, ou é rico em itens invejados.

Se assim for, o capitalismo puro e frio vencerá.

Pensando bem, que post besta.

Aerosvit 2008: Carlsen lidera

Não somente lidera com um ponto e meio de vantagem para o segundo colocado, Pavel Eljanov, e faltando duas rodadas para o final, como também poderá ser o número 2 do ranking mundial. Tudo vai depender da FIDE aceitar receber lista do torneio para que ela faça parte dos cálculos da lista oficial de Julho.

Já não está mais sendo surpresa as atuações convincentes de Magnus Carlsen nos torneios que participa. Ocupou ótimas colocações nos últimos que participou, inclusive compartilhando o primeiro lugar no primeiro Grand Prix que oferece vaga para o circuito de desafiante do campeão do mundo. O fantástico mesmo foi sua subida meteórica no ranking mundial. Certamente está entre os dez melhores do mundo em idade tão nova, não havia acontecido antes.

Está sendo fraca a atuação de Shirov no torneio. Ocupa a penúltima colocação com 3,5 pontos em 9. Ivanchuk e Karjaking estão indo bem, no entanto, dois pontos atrás do líder. Sem esperanças de vencer o torneio. Já Eljanov ainda tem chances, caso Magnus fracasse contra Karjakin e Volotikin.

Fonte: ChessBase

Solucionando problemas com Java no Firefox 3 do Ubuntu 8.04

Tava com algum tempo que estava tendo problemas com o plugin Java para o Firefox 3 depois que eu instalei o Ubuntu 8.04 nos meus computadores. Recemente fui senti falta do plugin, então fui procurar resolver o problema.

A nova versão do Ubuntu toma o Java 6 como padrão. Eu tive de instalar o Java 5 pois é a versão usada em produção no meu trabalho. De qualquer maneira, não é o plugin da Sun o padrão mas sim o IcedTea.

Havia verificado que o sun-java5-plugin já estava instalado, entretanto, não aparece na lista de plugins do Firefox. Resolvi, primeiramente remover o plugin do IcedTea com o comando abaixo:

aptitude remove icedtea-gcjwebplugin

Depois, voltei a instalar o Java 6 Plugin, com o seguinte comando:

aptitude install sun-java6-plugin

Depois disto feito, podemos encontrar o plugin na lista. Ative-o e teste.

Espero ter ajudado.