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Planejamento semestral para o RPG

Para o primeiro semestre pretendo jogar uma ou duas aventuras prontas de Rastro de Cthulhu e Interface Zero (versão para FATE). Atualmente já tenho um grupo para jogar o Rastro e estou na fase de preparação. Estou tendo dificuldades para concluir essa fase porque minha filha começou a dormir mais tarde. Depois que ela dorme, cuido de algumas tarefas domésticas para só então tratar de algum passatempo.

Quando a preparação for concluída, fecharei com os jogadores as fichas dos PJs e marcamos o dia para jogar. A ideia é jogar pela Internet mesmo, usando o Roll20 e o Discord como ferramentas de gerenciamento da aventura e audio, respectivamente. Só não prometo mais começar mais cedo, tipo 21 horas. Vamos ver o que os jogadores acham disso.

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Meu Querido Diário

Vou partir para executar minha ideia de voltar a escrever em blog como se fosse um diário pessoal (mas público e não tão íntimo). Não tenho tempo para escrever coisas mais elaboradas (continuo fazendo porém leva tempo para publicar). Até tentei no ano passado mas as coisas ficaram pelo meio.

Que assuntos teremos aqui? Coisas que consumo ou produzo, por exemplo. Tempos passados escrevia muito sobre programação mas hoje não sou mais evangelizador de tecnologia ou desenvolvimento de software. Programar virou para mim uma ferramenta, além de um ganha pão. Assim, programação aparecerá aqui indiretamente. Se eu quiser detalhar mais e tiver tempo, publicarei.

Aliás, programação deveria ser uma ferramenta para todos. Os fundamentos deveriam estar no ensino fundamental (perdoem-me a repetição) e o garoto ou garota que quisesse se aprofundar, conseguiria.

Gosto de ler livros de ficção, contos ou romances. Já li muita coisa numa frequência muito maior que hoje, pois só consigo ler um ou dois livros por ano! Claro, não leio apenas isso. Leio blogs, livros de RPG, entre outras coisas, então, na verdade, leio muito mais que dois livros anualmente. Comentarei sobre os livros que li (uma mini-resenha) ou estou começando a ler.

RPG está em voga na minha vida atualmente. Estou montando um grupo para jogar Rastro de Cthulhu. Falarei sobre isso em breve. Mais, produzo conteúdo (amadoristicamente) e pretendo continuar produzindo. Esse material continuará sendo publicados no blog Jogatinas em Teresina (talvez no Narrador Eficiente também).

Jogos de Tabuleiro (board games) já estiveram mais presentes em tempos recentes, no entanto, tenho jogado pouquíssimo. É provável que comente sobre eles por aqui, avisando sobre material que eu tiver publicado no Jogatinas em Teresina.

Filmes, séries, HQs, mangás, animes, aparecerão por aqui também.

O assunto família pode ser que apareça aqui pois dedico muito tempo do meu dia a ela.

Bem, não esperava que fosse escrever tanto e não esperem que escreva tanto assim em posts futuros.

Até breve!

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Do YouTube para Smartphone – Parte 2

Pesquisa de vídeos de um canal no YouTube

Antes de iniciar minha pesquisa, já sabia que o Google fornecia uma API para acesso aos seus serviços. Não demorou muito e encontrei o serviço Search. Com base no exemplo de código em Python, disponível nessa página, fiz o meu próprio exemplo.

No código de exemplo descobri que precisava de uma chave da API. Deveria cadastrar uma aplicação no Cloud Google Plataform para conseguir utilizar o serviço.

A ideia é fazer um script de linha de comando que, com base nos canais cadastrados, pergunte quais vídeos desejo a extração do mp3. Após essas respostas, o programa deve começar a baixar e extrair o mp3 um a um.

Eu costumo usar o virtualenv para isolar o ambiente Python dos meus projetos. Fique à vontade para fazer o mesmo. No resto do artigo não citarei mais essa ferramenta, seu uso estando implícito.

Outra observação importante: estou usando Python 3 e desenvolvendo principalmente num ambiente rodando Linux Ubuntu.

Coloquei o projeto no Bitbucket. Você pode baixar o projeto e testar em seu computador.

Próximo Passo

A etapa seguinte é usar a API do Twitter para ele me enviar mensagens privadas perguntando se eu desejo extrair o mp3 do vídeo.

 

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Do YouTube para o Smartphone – Parte 1

Conversando com um amigo sobre desenvolvimento de software, desenvolvimento dirigido a testes,integração contínua, entre outras coisas, veio a vontade de automatizar um processo de extração de mp3 de vídeos do Youtube e depois enviar o arquivo do notebook para o smartphone, a fim de ouvi-lo com um aplicativo para podcasts.

Até agora não escrevi nada, tão pouco pesquisei profundamente sobre as bibliotecas e ferramentas necessárias. Vou explicar aqui apenas as ideias que tenho no momento.

Problema

Eu tenho pouco tempo para assistir vídeos mas tenho conseguido ouvir meus podcasts favoritos. Por isso, para continuar consumindo alguns canais do Youtube, estou extraindo o mp3 dos vídeos para ouvir no smartphone. Depois eu jogo esses arquivos no Dropbox ou diretamente do smartphone via USB. O aplicativo para ouvir podcasts que uso atualmente é Podcast Addict. Eu trato uma pasta como um fonte de podcasts.

Módulo Desktop

Eu tenho um notebook Dell rodando a última versão do Ubuntu no momento da edição desse post.

Atualmente uso o programa de linha de comando youtube-dl para extrair o mp3 dos vídeos do Youtube.

Minha ideia é escrever um programa que acesse os canais do Youtube que consumo e verifique se há novos vídeos. Gostaria aqui de usar a API do Twitter para me enviar uma mensagem privada me perguntando se eu gostaria do mp3 do vídeo. Eu responderia por mensagem, igualmente, um sim ou um não.

Se a resposta for sim, o programa executaria o youtube-dl e jogaria o arquivo para uma determinada pasta do Dropbox.

Módulo Smartphone

Eu tenho um smartphone Quantum Go rodando Android Lollipop no momento da edição desse post.

Do lado do smartphone, basta ter o Dropbox instalado e uma de suas pastas servindo como fonte de podcasts do Podcast Addict. Terei de pesquisar se o Addict conseguirá acessar o mp3, uma vez que no dispositivo móvel o download é sob demanda.

Nos próximos posts, continuaremos a tratar desse assunto com o resultado de pesquisas e códigos.

Publicado em desenvolvimento, python

Programando numa nova framework

A nova framework, pelo menos para mim, é Flask. Estou insatisfeito com a fraca extensibilidade do Web2py, entretanto continua sendo uma excelente framework para quem vai começar e deseja crescer.

Django é a principal framework web Python mas, devo ter dito em outras oportunidades, não me adaptei a ela. Quem se deu bem com ela, tem uma excelente ferramenta em mãos. Quanto à Flask, é uma framework enxuta. Você tem mais trabalho para desenvolver algo rápido e elaborado com ela. Por sua vez, sua extensibilidade é mais elaborada que Web2py, que é o que busco no momento.

Sua leveza tem atraído vários desenvolvedores e me parece que ela é mais flexível a novas tecnologias e formas de programar para web e dispositivos móveis.

Ainda estou no começo da execução do projeto que está na minha mente desde o ano passado. E tenho também pouco tempo disponível para ele. Provavelmente só terei um esqueleto básico em 2017. Junto ao aprendizado da framework, estou estudando AngularJS.

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Perspectivas de passatempos para 2016

Bom antes de falar sobre 2016, vamos relembrar um pouco 2015?

O ano que passou foi bem especial para mim. Fui pai pela primeira vez aos 38 anos. Pai de uma bela garotinha chamada Eloá. Espero ter energia para criá-la e cuidá-la como deve ser cuidada alguém que colocamos no mundo.

Sou uma pessoa com poucas ambições. Pode ser um defeito. Tenho apenas um trabalho, ao qual dedico um terço do dia e o resto do tempo fico em casa, me dedicando à minha esposa (e agora à minha filha), à casa, e aos meus passatempos.

Por falar em passatempos, em 2015, vi um novo despertar do RPG em minha vida. Veio de carona, de certa forma, com os board games. Esse é um passatempo recente em minha, se deixarmos de considerar o xadrez que, acho, está em outro nível. Em 2014, acho que joguei mais vezes jogos de tabuleiro que em 2015, ao mesmo tempo que retomava o RPG devagarzinho. No ano passado foi diferente. Joguei menos tabuleiros e me dediquei a ler, comprar, jogar e publicar coisas sobre RPG (você pode encontrar o que escrevi sobre esse passatempo no blog Jogatinas em Teresina, ex-De Olho em Jogos de Tabuleiro).

Com o nascimento de minha filha, parei de jogar RPG e quase não apareci nas jogatinas de jogos de tabuleiro. Ainda assim, continuei lendo bastante. Minha meta é continuar fazendo isso em 2016. E jogar um pouco. Convidar amigos para algumas pequenas aventuras, apresentar e conhecer novos jogos. Na prática, veremos como isso se dará.

Tomei outra decisão, acho que entre o Natal e o Ano Novo, sei lá. Jogar o jogo de miniaturas Star Wars X-Wing. Foi culpa do filme. Quer dizer, não só isso. Foi ver que um grupo razoável de pessoas o está jogando. Passei um tempo jogando o card game Vampire: The Eternal Struggle com o grupo limitado de pessoas, na maioria das vezes apenas quatro ou cinco jogadores. Senti falta de um maior leque de adversários. Diferente do xadrez e do Magic: The Gathering (mas esse não volto mais a jogar, por favor), onde havia vários jogadores. Outro fator: o jogo é lindo.

Por conta do X-Wing, jogarei menos outros jogos de tabuleiro. Meu tempo será bem curto para as jogatinas realmente.

Ler livros de ficção teve uma queda bem grande em relação à uma boa parte de minha vida. Li menos. Até hoje estou por terminar Shogun de James Clavell. Guerra e Paz, então, nem se fala. Tem sagas que não continuei: Crônicas Saxônicas (parei no sexto livro), trilogia A Passagem (li apenas o primeiro), 1Q84 (li os dois primeiros, falta o último). Tem Musashi também. Bom, são vários. Um passo de cada vez, vamos terminar Shogun que tá uma leitura bem agradável.

2015 foi o ano das séries para mim. Netflix ajudou muito nisso. Esse ano deve seguir num ritmo parecido.

Programar foi o passatempo que ficou relegado à poeira e às traças. Tem meses que não escrevo uma linha de código em Python, minha linguagem de programação favorita. Se um ideia que eu tenho da cabeça for para as linhas de código, então 2016, teremos a volta desse maravilhoso passatempo.

Então, para 2016 temos as seguintes coisas:

  • Participar dos cuidados e da criação da Eloá;
  • Terminar os livros e séries que comecei;
  • Narrar e jogar algumas aventuras de RPG;
  • Participar do grupo de X-Wing da cidade;
  • Assistir algumas séries;
  • Escrever uma aplicação que tenho em mente;
  • Manter as atualizações de notícias do grupo do Facebook Teresina Jogos de Mesa;
  • Escrever para o blog Jogatinas em Teresina;
  • Escrever esporadicamente neste blog;

Concluo dizendo que essas coisas a fazer é uma meta e que, ao final do ano, saberemos como se deu. Seja bem vindo Ano Novo.

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As Crônicas das Terras Apartadas – Quinta Sessão

Tendo matado a quimera, o grupo de aventureiros, querendo saber mais sobre a história da torre, resolveram libertar um dos prisioneiros dos tubos. Agnus libertou o jovem humano e, com a ajuda de Edgard, retiraram o líquido dos pulmões dele.

O paladino precisou impor suas mãos sobre o rapaz desfalecido para que ele recuperasse a consciência. Ele levantou-se com dificuldade e disse que não sabia onde estava e nem quem era exatamente. Nem sequer lembrou do próprio nome.

Vendo que haviam outros como ele, preso em tubos contendo um líquido verde fluorescente, o jovem pediu que libertassem os outros, precisamente a mulher. No entanto, sabiam os outros que a mulher na verdade era uma dríade. Edgard recorreu a uma oração para revelar quem teria comportamento maligno entre os presos e sentiu que o gnoll e o sátiro tinha esse comportamento.

Por isso, resolveram libertar a dríade. Cuidaram de retirá-la da mesma forma que o outro, mas ela reagiu melhor. Não somente se lembrava de quem era, qual o seu nome (Drielle), como disse que nem foi induzida ao sono completamente ao longo dos anos como prisioneira.

Edgard apaixonou-se profundamente pela dríade enquanto conversava com ela. Foi difícil vê-la partir. Drielle, com condições de andar, pediu ajuda para sair daquela torre e voltar à sua floresta natal. Com relutância, deixaram que partisse. O outro liberto permaneceu com eles.

Depois disso, os aventureiros continuaram buscando o livro. Vitus disse que o livro poderia estar no topo da torre que estava trancada magicamente. Poderia haver uma chave em algum lugar. Continuaram percorrendo os aposentos. Chegaram num corredor que dava para os quartos dos residentes.

Encontraram um esqueleto de mulher no último quarto. Lá encontraram alguns pergaminhos que fazia parte de um diário. O texto contava os últimos dias da feiticeira naquela torre, o ataque dos homens-lagarto, a fuga do colega que levou um globo, sua frustração por não conseguir pegar o livro na torre e sua descida ao cativeiro para libertar o guardião que a defenderia. O texto termina informando que o guardião estava prestes a invadir seu quarto.

Ainda nos aposentos, eles encontram uma chave mágica. Logo eles retornam à frente da porta da torre e conseguem abrir com ela. Lá dentro, o recinto era ocupada por uma pequena mesa, estantes de livros e uma escada que leva a um telescópio. O teto era transparente e denunciava a noite estrelada que havia chegado.

Um livro na mesa era o que eles estavam procurando, pois o símbolo prateado do círculo com quatro pontas estava desenhado em sua capa. Ao abrir, o mago ficou sabendo que o livro contava a respeito de uma detalhada porém metafórica e alegórica profecia do óraculo de Meliandre em Calaboulos. Tal profecia havia sido decifrada pelo autor do livro e dizia que as alegorias eram na verdade a localização e a data de nascimento do Dragão da Paz. O objetivo do ritual seria o de invocar o dragão. O ritual exigia também o sacrifício ritualístico de 5 espécimes de raças diferentes: um humano, um sátiro, uma dríade, um gnoll e um doplellganger e que o filhote estivesse visível para o invocador.

Os heróis ficaram estupefatos com o que tinham em mãos. O que o contratante quer com o ritual? Usá-lo ou protegê-lo? Com essas perguntas em mente, eles resolveram descansar e dormir na própria torre.

Até o próximo relato de nossas sessões de Dungeon World.